22º Seminário Econômico da FFP abordou os rumos da política brasileira e recuperação econômica pós-pandemia

Tarde teve palestras de Silvio Cascione, Samuel Pessôa e Maílson da Nóbrega.

seminario_economico_1O segundo dia da jornada conjunta do Connect 7º Caminhos para o Futuro e 22º Seminário Econômico da Fundação Família Previdência foi de previsões, tanto na conjuntura política, quanto econômica. Ao vivo e online, o evento teve como principais temas as projeções de cenários para os próximos meses e anos com participação do Diretor Presidente, Rodrigo Sisnandes Pereira e apresentação da jornalista Dalva Bavaresco.

O mestre em ciência política Silvio Cascione abriu o evento falando que o Brasil enfrentará grandes desafios fiscais e que reformas precisam ser priorizadas. Integrante da Eurasia Group, empresa de consultoria e pesquisa de risco político com escritórios em diversas metrópoles mundiais, Cascione fez algumas projeções de curto prazo que podem ser essenciais para apontar o caminho a ser traçado na 2ª metade da gestão do presidente Jair Bolsonaro.

seminario_economico_2Uma delas é de que o auxílio emergencial tende a não ser renovado no final deste ano, a menos que haja uma piora na pandemia. A outra é que é baixo o risco de o governo atual dar uma guinada populista de expandir gastos públicos. “Existe um ambiente para dar seguimento a um ciclo de aprovação de reformas importantes, como a tributária e a administrativa”, afirmou, ressaltando que ainda há muita coisa para ser feita para aumentar a competitividade do país.

Com relação a uma possível segunda onda de covid-19, Cascione afirma que governos aprenderam a lidar melhor com a doença, assim como as pessoas, o que aumenta as chances de controlar a velocidade da pandemia e manter as atividades econômicas em funcionamento sem mais restrições. “Governos só irão reagir se hospitais encherem”, pondera.

Para Cascione, o risco eleitoral em 2022 aumentou por causa da pandemia. A popularidade de Bolsonaro pode sofrer pressões por conta da fim do auxílio emergencial. “É muito cedo para fazer prognósticos de eleição. Bolsonaro segue bem posicionado, mas a condição é mais questionável”, afirmou.

seminario_economico_3Na segunda palestra da tarde, o economista Samuel Pessôa iniciou a análise macroeconômica para o país nos próximos meses. Pessôa começou sua palestra lembrando o baixo crescimento e a baixa produtividade tradicionais do Brasil, contextualizando o momento vivido pelo país, que ainda está saindo de sua segunda maior crise da história (2014-16), na qual a perda do PIB per capita foi de 9%. “O motivo dessa crise ser profunda tem origem em dois fenômenos, o intervencionismo político e o esgotamento do contrato social da redemocratização – que gerou uma crise fiscal que segue até hoje”, pontuou Pessôa.

De acordo com o economista, nos anos subsequentes de 2016, 2017 e 2018, a economia andou de lado – com crescimentos de pouco mais de 1% ao ano – porque o setor produtivo segue machucado e endividado e porque problemas fiscais geram incertezas. Com relação aos cenários para um futuro próximo relacionados à crise da pandemia, o economista salienta que há dois caminhos possíveis, de reancoragem ou desancoragem da política fiscal.

“A grande questão para sabermos como será a recuperação é se ‘vamos virar a página dos gastos excepcionais’. Se a opção for em reancorar a política fiscal, o câmbio volta a patamares anteriores e se alivia o processo inflacionário. No caso de desancoragem, pode haver a quebra do teto de gastos sem contrapartida, o que provocaria descontrole do câmbio e aumento da inflação. Mas, mesmo neste cenário pior, não vejo inflação explodindo, não vejo ruptura”, salienta, otimista.

seminario_economico_4O ex-ministro da Fazendo Mailson da Nóbrega também acredita que a política fiscal é o ponto chave da recuperação ou da piora da recessão. Foi dele a palestra que encerrou a programação do 22º Seminário Econômico. Nóbrega também está otimista com a retomada do país, mas enxerga alguns riscos, caso o presidente da República escolha sempre por medidas populares.

“Em caso de desancoragem, uma forte alta na relação dívida-PIB irá alimentar os temores de situação insustentável e de grandes incertezas. Estamos longe, mas uma situação dessas pode ocasionar descontrole da inflação e consequências sociais como aumento da desigualdade e queda da confiança. Não acredito que o governo proponha o fim do teto, seria um suicídio político, mas, mesmo que isso venha a ocorrer, a economia brasileira tem capacidade de resistir”, acrescenta, ao encontro do que disse o palestrante anterior.

Para ambos, essa capacidade de resiliência da economia do país mora no fato de, hoje, o Brasil vivenciar boas condições de reservas, com posições credoras elevadas, contas externas saudáveis que superam a dívida, além de um sistema financeiro sólido e estruturado.

“As vulnerabilidades do passado não estão presentes hoje. Todas as grandes crises foram de câmbio e de crédito, por isso, e porque o brasileiro é intolerante à inflação, o ajuste fiscal é fundamental. O Brasil é resiliente no campo institucional e no campo dos negócios e vai sair dessa crise ainda mais resiliente”, conclui Mailson da Nóbrega.

7º Connect Caminhos para o Futuro da FFP aborda planejamento financeiro a longo prazo

caminhos_1Ana Laura Magalhães, Marcos Silvestre e Eduardo Giannetti falaram sobre estratégias para garantir um futuro próspero.

O Connect Caminhos para o Futuro, tradicional evento promovido pela Fundação Família Previdência (FFP), realizado nesta quarta-feira (25/11), ao vivo e online, teve como principal tema as novas perspectivas econômicas em um mundo em transformação, especialmente após a pandemia de covid-19, com apresentação da jornalista Dalva Bavaresco.

Em sua fala de abertura, o presidente da FFP, Rodrigo Sisnandes Pereira, destacou a relevância cada vez maior de formar boas reservas para viver com mais tranquilidade após a aposentadoria, especialmente por conta do aumento da longevidade. Comentou o quanto 2020 tem sido desafiador e o que pode ter de consequência. “Uma crise sanitária vira crises financeira e política. Para conter seus efeitos, o governo precisou fazer gastos, o que pode significar antecipação de uma nova Reforma da Previdência”, afirmou. Rodrigo, destacando que a preocupação maior deste momento deve ser a sustentabilidade para futuras gerações.

caminhos_2A especialista em investimentos e influenciadora digital Ana Laura Magalhães ressaltou que não há no Brasil uma cultura de investimento e que poupar não é o mesmo que investir. Criadora do canal Explica Ana no Youtube e no Instagram, com mais de 200 mil seguidores, Ana explicou que as pessoas têm uma falsa segurança com relação a opções conservadoras, como a própria poupança, destacando que essas podem ter risco se o banco, por exemplo, quebrar. Ela ressaltou que o brasileiro não costuma investir, e dos que o fazem, 95% é através de bancos. Nos Estados Unidos, 98% investem por meio de instituições financeiras independentes. Ana falou sobre alternativas como CDB’s, fundos e tesouro direto e destacou que não há limite mínimo para se buscar investir com mais retorno.

“Temos que gastar menos do que se ganha e as reservas não podem ser só de emergência. É preciso diversificar os investimentos, e passar a pensar no futuro”. Ela concluiu com uma dica simples, mas valiosa. Você deve se fazer três perguntas para começar. O quanto quer investir, por quanto tempo e qual a sua tolerância ao risco.

caminhos_3O especialista em educação financeira e previdenciária Marcos Silvestre reforçou a mesma abordagem : “Inicie já a sua reserva previdenciária. A de emergência é boa, a previdenciária é divina”, salientou. Para tornar os sonhos realidade, Silvestre aconselhou que as pessoas assumam o controle e o protagonismo da vida financeira para poder vislumbrar o futuro. Para isso, o economista elencou 10 passos: entender o dinheiro, fincar o pé no chão, fazer um planejamento, gastar da maneira correta, poupar com disciplina, aplicar com sabedoria, acumular reservas, ter paciência, concretizar sonhos e partilhar.

“É um caminho. É preciso entender o dinheiro para pensar no poder que ele tem, fincar o pé no chão para saber que ele é proveniente de trabalho, fazer um planejamento para ter controle para hoje, amanhã e depois, fazer bons gastos focando menos em coisas e mais em experiências, com dívidas prudentes como as de bens, poupar para poder gastar com tranquilidade no futuro, aplicar em bons produtos para multiplicar, dar tempo ao tempo para acumular reservas e colher o resultado, com a concretização de metas e a partilha com aqueles que estiverem ao redor. Seguir o modelo pode ocasionar uma vida boa, longa e próspera, objetivo de todos”, explica Silvestre.

caminhos_4Na última palestra do dia, o escritor e economista Eduardo Giannetti abordou o momento demográfico da população brasileira, a cultura da poupança e economia comportamental para encerrar o o 7º Connect Caminhos para o Futuro. Giannetti comentou que o ato de ver antecipadamente, significado literal da palavra previdência, ajuda a agir estrategicamente e a tornar o tempo um aliado.

“Existem dois conceitos de trocas intertemporais, a posição credora – pagar agora e viver depois – e a posição devedora – viver agora e pagar depois. Em um, o juro é a recompensa, em outro, pode custar o preço da inadimplência, e nenhum está errado, há momentos que justificam se estar na posição devedora. Mas, se se tem a mentalidade de poupar desde cedo, o resultado no futuro pode ser surpreendente e espetacular”, salienta.

Na tarde desta quinta-feira (26), o Seminário Econômico terá três palestras sobre as perspectivas para os cenários macroeconômicos e políticos em 2021. A programação terá as participações de Silvio Cascione, Samuel Pessôa e Mailson da Nóbrega.

Acesse em www.seminarioeconomico.com.br

Fundação Família Previdência assumirá gestão de Plano da OABPREV do Rio de Janeiro

Plano RJ-PREV tem 5.800 participantes e R$ 73 milhões de patrimônio.

Nos próximos meses, a Fundação Família Previdência vai assumir a gestão de mais um plano previdenciário, o RJ-PREV, administrado atualmente pela OABPREV do Rio de Janeiro. Recentemente, a Fundação participou de uma concorrência com outras entidades do segmento para fazer a gestão do plano dos advogados vinculados à seção fluminenses da OAB e à Caixa de Assistência da Advocacia do Estado do Rio de Janeiro – CAARJ, entidades instituidoras do plano que hoje conta com 5,8 mil participantes e patrimônio de R$ 73 milhões. Cerca de 96% dos participantes ainda estão na ativa.

“Ao assumir a gestão do RJ-PREV, a Fundação abre um novo caminho para crescer no segmento de previdência privada. O plano é jovem, ainda em fase de acumulação patrimonial, e com grande potencial de crescimento por conta da quantidade de profissionais vinculados a um setor diferente de todos que atendemos atualmente”, avalia Rodrigo Sisnandes Pereira, Diretor Presidente da Fundação.

A primeira etapa do processo de transferência pode durar até 180 dias para ser concluída e protocolada para aprovação junto à Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC. Por enquanto, o plano permanece sob gestão da OABPREV-RJ que já está em tratativas com a Fundação para efetivar a transferência.

Na proposta encaminhada para os instituidores do plano, a Fundação Família Previdência destacou os excelentes retornos dos investimentos nos últimos 15 anos que chegam a 546% de rentabilidade. Cerca de 80% dos ativos estão sob gestão própria, o que proporciona maiores retornos nos investimentos e menores custos para os participantes. “Certamente nossa solidez patrimonial, expertise e performance da carteira de investimentos pesaram na tomada de decisão dos instituidores do RJ-PREV”, analisa Saul Fernando Pedron, Diretor Financeiro da Fundação.

Geograficamente, os clientes da Fundação Família Previdência estão concentrados no Rio Grande do Sul, além de duas empresas com sede administrativa em Santa Catarina. A entrada da OAB-RJ e CAARJ abre um novo mercado no Sudeste do País. “Será um desafio atender um público concentrado em uma região distante da nossa sede, mas já estamos desenvolvendo um plano de ação para que os participantes vinculados ao RJ-PREV sejam acolhidos e atendidos com excelência, principalmente nesse processo de transferência de gestão”, afirma o Diretor de Previdência, Jeferson Luis Patta de Moura.

Maior entidade deste segmento do Rio Grande do Sul, com patrimônio de R$ 7 bilhões e 18 mil participantes, a Fundação Família Previdência administra 12 planos previdenciários para empresas públicas e privadas do setor energético, mineração, indústria de componentes automotivos, além de entidades associativas e sindicais de vários segmentos como engenharia, ensino privado, processamento de dados e recursos humanos. Hoje, mais de 9.200 participantes já recebem aposentadorias e pensões, gerando uma folha mensal de R$ 50 milhões em benefícios.

Atendimento com horário especial nos dias 25 e 26 de novembro

Nos próximos dias 25 e 26 de novembro (quarta e quinta-feira) o atendimento por telefone da Fundação Família Previdência fechará a partir das 14 horas. Os colaboradores participarão do Connect 7º Seminário Caminhos para o Futuro e 22º Seminário Econômico, eventos organizados pela entidade.

Nessas datas os participantes poderão utilizar os serviços de autoatendimento por telefone, pela internet e pelo aplicativo Meu Plano. Ligue 0800 51 2596 (de fixo) ou 51 3027 1221 (de celular). O atendimento por telefone com a equipe de relacionamento com o participante retornará no dia 27 de novembro, a partir das 10 horas.

Live dá dicas para começar a investir

live_leila_ghiorzi1A terceira edição do Papo Família sobre educação financeira e previdenciária recebeu a consultora Leila Ghiorzi. Ela comanda uma empresa de empoderamento financeiro para pessoas que querem aprender a cuidar das contas, traçar objetivos e ingressar no mundo dos investimentos. Fundadora do projeto “É da minha conta”, com presença nas mídias sociais, Leila é consultora financeira com formação complementar em investimentos e intermediação financeira. Ela conversou com o presidente Rodrigo Sisnandes, no dia 05 de novembro, em live transmitida pelas mídias sociais do Plano Família Previdência.

Confira o bate papo completo no Instagram e no Facebook do Plano Família Previdência.

Insights da live

  • A pandemia veio para mostrar o quanto é importante estar organizado e ter uma estrutura financeira boa. É importante ter controle das finanças, mas não um controle que engesse a pessoa. O ideal é saber o que se faz com o dinheiro e começar a investir.
  • É hora de quebrar o tabu de falar sobre problemas financeiros, buscar ajuda, mesmo que seja difícil falar sobre a desorganização financeira. Mas quem estiver disposto a ajudar, tem que tratar com empatia este momento de fragilidade, entender o problema e orientar, sem ser impositivo.
  • Trocar uma dívida com juros maiores por outra com juros menores reduz o impacto ao longo do tempo.
  • Quando a pessoa começa a investir e percebe o resultado da mágica dos juros compostos, passa a querer investir mais.
  • Automatize o investimento com débito em conta para se acostumar a não contar com esse recurso no orçamento. É melhor começar com a poupança do que não fazer nada. Depois, estudar outros investimentos mais rentáveis e com liquidez diária.
  • Não precisamos investir necessariamente todos os meses. Para começar, dá para investir quando chega o 13º salário e as férias.
  • Dica para os jovens: quanto antes começar, mais tempo temos para contar com o efeito dos juros compostos trabalhando a nosso favor e menos esforço será necessário para a aposentadoria.

Fundação tem novo instituidor no plano Família Previdência

Convênio de adesão com a Arcosul abre acesso para representantes comerciais.

A Fundação Família Previdência acaba de firmar convênio de adesão com o Instituto Cultural Arcosul dos Representantes Comerciais do RS, entidade que funciona como o braço social dos profissionais vinculados ao Conselho Regional da categoria, o Core-RS. Além dos convênios na área de saúde, educação e cultura, os representantes comerciais contam agora com um plano de previdência privada da Fundação.

arcosulO Família Previdência Associativo conta hoje com mais de 4.200 participantes e um patrimônio de R$ 34 milhões. “Nosso objetivo é democratizar o acesso à previdência privada para o maior número de categorias profissionais e o ingresso da Arcosul contribui para que os 18 mil representantes registrados no Core-RS tenham a possibilidade de se tornarem protagonistas na formação de suas poupanças previdenciárias”, afirma Jeferson Luis Patta de Moura, Diretor de Previdência da Fundação.

Com esta parceria, a Arcosul abre um novo segmento de benefícios, contribuindo para o planejamento financeiro de longo prazo dos representantes comerciais. De acordo com o Diretor Presidente do Core-RS e da Arcosul, Roberto Salvo, a aposentadoria privada é uma opção de investimento de longo prazo para complementar a previdência social, aumentar a renda no futuro e atingir objetivos financeiros. “Pensar em previdência privada pode parecer uma ideia distante para os representantes comerciais, a Reforma da Previdência tem elevado os debates sobre as reais mudanças para os futuros aposentados, portanto, a previdência privada se torna uma alternativa complementar aos representantes comerciais que desejam ter mais controle para não depender totalmente da previdência oficial”, avalia. O dirigente destacou também a flexibilidade das contribuições como um dos fatores que contribuíram para a Arcosul optar por este plano. “O Família Previdência Associativo permite que o participante defina os níveis de contribuição de acordo com seu planejamento financeiro”.

A Fundação Família Previdência é a maior entidade do segmento no Estado, com patrimônio de R$ 7 bilhões, 18.300 participantes e 40 anos de experiência no mercado. Do total de participantes, 9.000 pessoas já estão recebendo aposentadorias e pensões, movimentando uma folha mensal de R$ 50 milhões.

Família Previdência Associativo
O Família Previdência permite contribuições mínimas de R$ 50, aposentadoria a partir dos 50 anos de idade e resgates a partir de 36 meses de vínculo. Além disso, as contribuições previdenciárias podem ser deduzidas no Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual, um benefício fiscal para quem faz a declaração completa.

Outra vantagem do plano é que os familiares dos participantes também podem aderir e as contribuições feitas para os dependentes podem ser deduzidas no IR.

Desde seu lançamento, em dezembro de 2010, até setembro de 2020, o plano acumula uma rentabilidade de 145,4%, enquanto a poupança no mesmo período rendeu 81,6%.

Fundação adota assistente de voz no App Meu Plano

Alexa_familiaImagine saber como está seu saldo no plano, a rentabilidade da poupança previdenciária, o valor do benefício e a data de depósito somente com o comando da sua voz. Isso já é possível com a nova tecnologia adotada no aplicativo Meu Plano para os participantes ativos e assistidos do Família Previdência Associativo. A assistente de voz Alexa é uma das tecnologias inteligentes que estão revolucionando a relação entre pessoas e dispositivos eletrônicos e levando mais praticidade para o dia a dia.

dispositivoA Alexa pode ser acessada pelo smartphone ou por dispositivos especiais que ajudam as pessoas em várias atividades como fazer chamadas telefônicas, controlar casas inteligentes como luzes, fechaduras, eletrodomésticos e outros dispositivos inteligentes integrados como TVs. Saber a previsão do tempo, a situação do tráfego na cidade, ouvir o resumo do noticiário são algumas das inúmeras potencialidades deste sistema inteligente. E agora, o Família Previdência também entrou nessa nova era, criando uma interface de voz que dá as informações essenciais de sua poupança previdenciária.

Para experimentar o potencial da assistente de voz é necessário instalar o app Amazon Alexa, disponível no Google Play e na App Store.

Na página “Skills e jogos” da Alexa, procure e ative a skill do Família Previdência.

Para o primeiro acesso, você precisará cadastrar um código disponível no autoatendimento no site da Fundação. O código está na aba: CADASTRO – ALEXA e o cadastro é feito com a sua voz, soletrando o código para a assistente.

Pronto, agora é só dar a voz de comando e ouvir as informações que você precisa sobre o Plano Família Previdência.

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Seminário debaterá finanças pessoais e cenários macroeconômicos e políticos para 2021

Fundação Família Previdência realiza evento conjunto e online nos dias 25 e 26 de novembro, com inscrições gratuitas.

seminario_cabecalho_1Novas perspectivas para um mundo em transformação. Este é o tema do Connect 7º Caminhos para o Futuro e 22º Seminário Econômico. Os tradicionais eventos da Fundação Família Previdência serão realizados em uma jornada conjunta nos dias 25 e 26 de novembro, com a presença de especialistas em finanças pessoais, economia e ciência política. O Connect será totalmente online, transmitido por uma plataforma exclusiva com acesso pelo site do evento. As inscrições são gratuitas e já estão abertas. Acesse aqui.

No primeiro dia, na jornada Caminhos para o Futuro, os palestrantes vão falar sobre como a crise pode mudar o comportamento financeiro das pessoas. No dia seguinte, serão apresentados os Cenários Macroeconômicos e Políticos para o ano que vem com a presença de renomados economistas do cenário nacional. A crise está nos ensinando a poupar? Quais as perspectivas de superarmos a crise pós-covid e termos um ano mais promissor em 2021? Essas são algumas das questões que estarão na pauta dos debates deste evento com transmissão ao vivo pela internet.

ana_laura_magalhaes_1Caminhos para o Futuro
No dia 25, a jornada Caminhos traz a influenciadora digital Ana Laura Magalhães, especialista em investimentos, criadora do canal Explica Ana no Youtube e no Instagram, onde conquistou mais de 200 mil seguidores. Por meio das mídias sociais, Ana Laura Magalhães consegue conscientizar o público sobre investimentos, desmistificando o mercado financeiro, ajudando o brasileiro a investir melhor.

marcos_silvestre_1A segunda atração deste dia é o Economista Marcos Silvestre que desde 1991 trabalha como pensador e educador financeiro e previdenciário. É Autor de diversos bestsellers educativos, entre eles “Previdência Particular – a nova aposentadoria – 5 caminhos para não depender dos governos”. Ele também é colunista do Grupo Bandeirantes de Comunicação.

eduardo_giannetti_1Para fechar o primeiro dia de palestras, o economista Eduardo Giannetti vai falar sobre o tema de um de seus livros mais conhecidos, “O valor do amanhã”. Ele é PhD em Economia pela Universidade de Cambridge, Inglaterra, formado em Economia e em Ciências Sociais pela USP e atualmente é professor do Instituto Brasileiro de Mercados de Capitais IBMEC São Paulo.

silvio_cascione_1Seminário Econômico
No dia 26, a jornada Seminário Econômico inicia com a análise do mestre em ciência política Silvio Cascione. Ele também é especialista em finanças pela FGV e graduado em jornalismo pela USP. Cascione trabalha na Eurasia Group, empresa de consultoria e pesquisa de risco político com escritórios em diversas metrópoles mundiais.

samuel_pessoa_1Na sequência, os cenários macroeconômicos para 2021 serão apresentados por dois dois maiores economistas do país. Doutor em Economia pela USP, é pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro e colunista do jornal Folha de São Paulo, Samuel Pessôa é autor de diversos artigos acadêmicos sobre temas ligados ao desenvolvimento econômico, publicados em revistas nacionais e internacionais. Foi listado pela revista Forbes Brasil como uma das 100 pessoas mais influentes na área econômica brasileira.

mailson_da_nobrega_1Para fechar o evento, o economista Mailson da Nóbrega, que foi ministro da Fazenda entre janeiro de 1988 e março de 1990, período que foi marcado como um dos mais difíceis da economia brasileira, apresentará os cenários macroeconômicos para 2021. Nóbrega trabalha na área de consultoria econômica e escreve uma coluna quinzenal na Revista Veja. Em 2013, foi eleito Economista do Ano pela Ordem dos Economistas do Brasil e, em 2017, tornou-se membro da Academia Internacional de Direito e Economia.

Serviço
Connect 7º Caminhos para o Futuro e 22º Seminário Econômico
Quando: 25 e 26 de novembro.
Horário: Das 14h às 17h
Transmissão Ao Vivo: www.seminarioeconomico.com.br
Inscrições gratuitas no site do evento.

Investimento financeiro em meio à crise é tema do próximo Papo Família

A próxima live Papo Família sobre educação financeira e previdenciária recebe a consultora Leila Ghiorzi. Ela comanda uma empresa de empoderamento financeiro para pessoas que querem aprender a cuidar das contas, traçar objetivos e ingressar no mundo dos investimentos, mesmo em tempos de crise. Fundadora do projeto “É da minha conta”, com presença nas mídias sociais, Leila é consultora financeira com formação complementar em investimentos e intermediação financeira. Ela vai conversar com o presidente Rodrigo Sisnandes no próximo dia 05 de novembro, a partir das 20h. O encontro será transmitido pelo Instagram e pelo Facebook do Plano Família Previdência. Acesse na hora:

https://www.instagram.com/familiaprevidencia

https://www.facebook.com/familiaprevidencia

O que muda no comportamento das pessoas no pós-covid 19

papo_familiaNa segunda edição do Papo Família, em live realizada no dia 21 de outubro transmitida pelo Instagram e pelo Facebook do Plano Família Previdência, o economista Bernardo Nunes conversou com o Diretor Presidente Rodrigo Sisnandes Pereira sobre como uma crise pode mudar o comportamento das pessoas. Entusiasta da combinação entre ciência comportamental, análise de dados e inovações digitais para entender o comportamento do consumidor, Bernardo é cientista de dados na Growth Tribe, na Holanda. Transformação digital, cuidados com a saúde e previdência privada foram os principais tópicos abordados no bate papo.

Segundo Bernardo, é necessário separar o que é conjuntural do que vai permanecer após a pandemia. Já havia interesse das empresas e das pessoas em trabalhar de uma maneira mais digitalizada e remota, com a digitalização e automação de processos. Além disso, as pessoas estão gastando mais tempo e mais recursos para cuidar de si mesmas. “Uma crise é um fator sistêmico que faz com que as pessoas fiquem mais maleáveis para mudar seu comportamento. Elas vão ter saudade e querer voltar às suas rotinas, mas têm coisas que permanecem e geralmente são coisas que já vinham acontecendo num movimento de longo prazo e que foram impulsionadas por esses fatores conjunturais dos primeiros seis meses do ano de 2020”.

Uma das mudanças é que as pessoas começaram a fazer mais exercícios e cuidar da saúde, o que contribui para a longevidade. “As pessoas viram que os grupos de risco [de contrair covid-19] não eram apenas entre os mais idosos, mas também entre aquelas com obesidade e maus hábitos alimentares”. Segundo o especialista, na teoria e na prática de mudança de comportamento, o medo de doenças principalmente associadas à velhice é uma das maiores técnicas de mudança de comportamento na população mais jovem. “Isso acaba contribuindo para uma motivação ainda maior para se preparar para essa grande diferença entre a vida de trabalho e a vida de aposentadoria”.

É aí que entra a preparação para aposentadoria, por meio dos mecanismos de poupança previdenciária. Segundo ele, a preparação para aposentadoria acontece em diferentes pilares: com o sistema público que oferece uma renda básica, um segundo pilar de previdência privada com ou sem contribuição da empresa e um terceiro com investimentos em ativos no mercado de capitais, no mercado de imóveis, e investimentos no aprimoramento das habilidades profissionais.

Com relação ao segundo pilar, caracterizado pela previdência privada, Bernardo ressalta que o importante é que, psicologicamente, o desconto seja feito na folha de pagamento. Assim, a pessoa não precisa ter aquela força de vontade todo mês para fazer o resgate da sua conta bancária e transferir para o plano. “O segredo da poupança no longo prazo é poupar sem perceber que está poupando, ou seja, que ela seja feita de forma simples e automática”. A simplicidade e automaticidade do processo, quando o plano é oferecido via ambiente de trabalho se mostra bastante efetiva sob o ponto de vista comportamental, ela faz com que as pessoas se preparem, sem que haja o peso psicológico de fazer aquele aporte todo o mês.

Outro ponto importante é que geralmente os problemas de manutenção dos hábitos estão associados à personalidade, características difíceis de mudar nas pessoas. Para o especialista, é muito mais fácil criar um mecanismo de comprometimento que se adapte a sua personalidade e isso vale não só para a área financeira, mas também para a saúde. Sempre o melhor tratamento é aquele que se adapta à maneira de pensar e aos interesses das pessoas. Esse autoconhecimento é bastante importante para as pessoas saberem o que fazer com mais frequência e o que evitar. Então, “conhecer sua personalidade e achar os mecanismos de comprometimento são técnicas bastante efetivas para fazer uma poupança duradoura, sustentável e que consiga manter a qualidade de vida lá na frente”, conclui o especialista.

Confira o bate papo completo no Instagram e no Facebook do Plano Família Previdência.