Expediente Fundação em 24 de dezembro

Fique atento, na próxima terça-feira, 24 de dezembro o atendimento da Fundação estará fechado. Neste dia, os participantes poderão utilizar os serviços de autoatendimento por telefone, pela internet e pelo aplicativo Meu Plano.

Ligue 0800 51 2596 (de fixo) ou 51 3027 1221 (de celular).

As atividades retornam a partir das 08h do dia 26 de dezembro.

A Fundação Família Previdência deseja um ótimo Natal para todos seus participantes e familiares.


Dirigentes do CEAPE-Sindicato aderem ao Família Previdência

josueAprovada na semana passada, a adesão do CEAPE-Sindicato ao plano Família Previdência já está com os primeiros ingressos confirmados. O presidente Josué Martins (foto) e o vice-presidente Filipe Leiria aderiram ao plano, abrindo caminho para os associados começarem a investir no futuro e ter mais uma opção de previdência complementar. Leiria também fez o plano para seu filho.

O Família Previdência é um plano sem fins lucrativos, ou seja, toda a rentabilidade líquida é repassada para o fundo individual do participante. O plano permite contribuições mínimas de R$ 50, aposentadoria a partir dos 50 anos de idade e resgates a partir de 36 meses de vínculo. Além disso, as contribuições previdenciárias podem ser deduzidas no Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual, um benefício fiscal para quem faz a declaração completa. Até mesmo as contribuições feitas para os dependentes podem ser deduzidas no IR. Desde seu lançamento, em dezembro de 2010, o plano acumula uma rentabilidade de 155%.

Para ingressar no plano, os associados do CEAPE-Sindicato podem preencher o cadastro de interesse disponível na página FALE CONOSCO no site www.familiaprevidencia.com.br

Além de todas as informações sobre o plano Família Previdência Associativo, o site disponibiliza um simulador para que os associados avaliem o potencial de crescimento de sua poupança previdenciária.

Fundação conquista quatro novos clientes em 2019

Adesões da ABRH-RS e do CEAPE-Sindicato foram aprovadas pela PREVIC, em dezembro. Ingresso da Adjori-RS e do SINDHA estão em fase de aprovação.

A nova fase da Fundação está rendendo excelentes resultados. Quatro organizações já aderiram ao Plano Família Previdência Associativo. A primeira delas foi a Associação Brasileira de Recursos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul – ABRH-RS, que assinou o convênio de adesão durante a sexta edição do Seminário Caminhos para o Futuro, em agosto. A entidade possui mais de 1.300 associados entre pessoas físicas e jurídicas, reunindo empresários, profissionais, consultores e estudantes. “A adesão da ABRH-RS reafirma a importância dos planos de previdência privada como ferramenta de gestão de pessoas nas empresas, uma forma de valorizar os profissionais e reter talentos nas organizações”, afirma o Diretor Administrativo da Fundação, Jeferson Luis Patta de Moura. A Fundação também fechou com o Sindicato de Auditores Públicos Externos do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul – CEAPE, entidade com 200 auditores associados. A adesão desses dois instituidores foi aprovada pela PREVIC na semana passada.

Agora, a Fundação está com mais duas entidades em processo de adesão, a Adjori-RS, que representa 200 jornais do interior do Estado e o SINDHA, Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região, que representa 550 empresas no segmento hoteleiro e de restaurantes.

A Fundação está focada em crescer no segmento de previdência privada. Segundo o Diretor de Previdência, Saul Fernando Pedron, a adesão de novos clientes “demonstra o acerto em nossa estratégia de reposicionamento da Fundação no mercado de previdência complementar. Estamos ingressando em segmentos profissionais diversificados que estão despertando para o novo cenário previdenciário do país”.

“A Reforma da Previdência está mobilizando empresas e entidades associativas a procurar alternativas para minimizar os impactos na aposentadoria de seus empregados e associados. Nosso objetivo é democratizar o acesso a produtos previdenciários diferenciados que sejam mais vantajosos para o trabalhador. Como entidade sem fins lucrativos, revertemos toda a rentabilidade obtida em nossos investimentos para a poupança previdenciária do participante”, comenta Rodrigo Sisnandes, Diretor-Presidente da Fundação.

O ano de 2019 também está muito positivo para os resultados financeiros da Entidade. O patrimônio ultrapassou os R$ 7,3 bilhões, a rentabilidade está na casa dos 17% e mais de 2.000 pessoas aderiram aos planos, gerando mais receitas, principalmente no Plano Família Previdência Associativo, que já acumula um patrimônio de R$ 25 milhões. “Considerando o atual cenário recessivo da conjuntura econômica, estamos com excelentes resultados de rentabilidade no acumulado do ano. Nossa política de investimentos visa retornos de longo prazo para cobrir os compromissos previdenciários com nossos assistidos. Hoje, pagamos uma folha mensal de R$ 50 milhões para mais de 9.200 aposentados e pensionistas”, destaca o diretor Financeiro, Gilberto Gischkow Valdez.

A continuidade do plano de expansão da Fundação Família Previdência tem perspectivas positivas para 2020. A entidade segue negociando com outras organizações interessadas em oferecer um benefício de renda continuada de aposentadoria para seus empregados e associados.

Fundação participa da diretoria da ABRAPP

O Diretor-Presidente da Fundação Família Previdência, Rodrigo Sisnandes Pereira, foi eleito para compor a Diretoria Executiva da ABRAPP, Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. A eleição ocorreu nesta quarta-feira (11) entre as associadas. A posse dos novos dirigentes será em janeiro. Eles assumirão um mandato de três anos para o período de 2020 a 2022.

Luis Ricardo Marcondes Martins continua na presidência da entidade. “Vamos dar continuidade nos próximos três anos a tudo que tem sido feito de desafios e oportunidades com o objetivo de continuar incentivando o crescimento do sistema, que já se reinventou”, disse Martins.

Para Rodrigo Sisnandes, a participação neste colegiado vai ao encontro dos objetivos de expansão da Fundação. “Este é um fórum muito importante para defesa dos interesses das Entidades Fechadas de Previdência Complementar e dos participantes que fazem parte deste sistema. Participaremos ativamente da agenda institucional da ABRAPP, a fim de fomentar o sistema, contribuir para o debate de novas soluções e trabalhar para democratizar o acesso à previdência privada sem fins lucrativos”, afirmou.

A Fundação Família Previdência tem 40 anos de experiência no mercado. É o maior fundo de previdência do Rio Grande do Sul com um patrimônio de R$ 7,3 bilhões e 17.800 participantes e está entre as 20 maiores do país.

A ABRAPP representa cerca de 300 entidades. Hoje o segmento administra ativos da ordem de quase R$ 1 trilhão, equivalente a 14% do PIB e conta com 7,4 milhões de participantes e dependentes.

Rentabilidade consolidada fecha em 17,54% no acumulado de janeiro a novembro

Volatilidade no segmento de renda fixa impactou nos resultados do último mês.

O ano de 2019 está muito positivo para os investimentos dos planos previdenciários da Fundação, com a rentabilidade consolidada chegando perto dos 19% no acumulado de janeiro a outubro. No entanto, durante o mês de novembro, os mercados deram uma esfriada, gerando rentabilidades negativas no segmento de renda fixa, o que acabou reduzindo um pouco o resultado do ano. O mercado de renda fixa realizou lucros após um rally que se iniciou em maio deste ano. A volatilidade no segmento provocou uma desvalorização de 1,81% no mês, impactando na rentabilidade da Fundação. Hoje, a Fundação tem aplicado 76,7% de seus investimentos em renda fixa, carteira composta principalmente por títulos públicos federais.

O segmento de renda variável, composto por ações em Bolsa de Valores continuou em alta no mês de novembro, gerando um resultado positivo de 1,05% para a entidade, amenizando o impacto negativo da renda fixa. Com isso, a rentabilidade consolidada da Fundação, no acumulado destes 11 meses, foi de 17,54%. “Continuamos com retornos excelentes no ano e atentos aos movimentos do mercado para tomar providências para proteger nossa carteira de investimentos. Nosso horizonte é de longo prazo, oscilações no retorno dos investimentos vão ocorrer pontualmente ao longo do tempo, mas, no longo prazo, conseguimos obter resultados positivos”, comenta Gilberto Gischkow Valdez, Diretor Financeiro da Fundação.

Conjuntura

A conjuntura econômica não ajudou neste último mês. O Real se desvalorizou 5,2% em novembro em relação ao Dólar, atingindo a máxima histórica nominal em relação à moeda norte-americana. O principal motivo para este movimento foi à frustração do leilão dos campos do pré-sal, que não conseguiu atrair nenhum grupo estrangeiro relevante. O fluxo de recursos externos esperado era algo acima de US$ 25 bilhões, o que justifica parte da frustração. Também contribuiu para a desvalorização, o fortalecimento do Dólar globalmente.

Os protestos na Colômbia e no Chile aumentaram a sensação de instabilidade na região. O Peso Chileno foi à única moeda, dentre aquelas de economias estáveis, que se desvalorizou mais que o Real em novembro. “Os investidores internacionais estão mais cautelosos e avessos a risco, neste momento de incertezas nos mercados mundiais, e preferem esperar por indícios mais sólidos antes de investir novamente no potencial da economia brasileira”, avalia Valdez. Para os analistas econômicos, o Brasil iniciou tarde seu ciclo de reformas, ainda incipiente aos olhos dos grandes investidores mundiais. Para completar o cenário negativo, novembro foi marcado pela relação de desaquecimento das principais economias na Zona do Euro, Estados Unidos e China.

Especialistas em previdência

Atualmente, pensar sobre finanças e investimentos no longo prazo é uma tarefa cada vez mais difícil. O momento é para o investidor controlar a ansiedade e buscar estar próximo de instituições sólidas e especializadas em investimentos de longo prazo. “A Fundação Família Previdência é uma instituição com 40 anos dedicados ao segmento de Previdência Privada. Neste período, soube atravessar com maestria crises econômicas e políticas nacionais e internacionais, das mais diversas magnitudes, mantendo seus investimentos com retornos positivos”, afirma Valdez. Nos últimos 15 anos, a rentabilidade acumulada foi de 536%, enquanto a poupança rendeu apenas 184%.

Fundação lançará app para adesão digital

Em entrevista para o Programa Sintonia Inovação, da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar – ABRAPP, o Diretor-Presidente da Fundação Família Previdência fala sobre o novo aplicativo que a entidade está desenvolvendo para adesão 100% digital de novos participantes ao plano Família Previdência Associativo. Rodrigo Sisnandes explica como o app vai funcionar e as potencialidades do produto para democratizar o acesso à previdência complementar e atrair o público jovem. O app está em fase final de desenvolvimento, com previsão de lançamento em janeiro de 2020 e poderá ser acessado por qualquer pessoa vinculada aos instituidores do plano para fazer sua própria adesão e também incluir seus familiares.

Confira o áudio da entrevista.

 

Atendimento Fundação na semana de 16 a 20 de dezembro

Fique atento, na próxima semana o atendimento da Fundação estará fechado na terça e na sexta-feira e terá expediente reduzido na quinta. Confira o calendário.

  • Dia 17 de dezembro (terça-feira): FECHADO PARA TREINAMENTO INTERNO.
  • Dia 19 de dezembro (quinta-feira): ATENDIMENTO ATÉ ÀS 15 HORAS.
  • Dia 20 de dezembro (sexta-feira): FECHADO PARA TREINAMENTO INTERNO.

Nessas datas, os participantes poderão utilizar os serviços de autoatendimento por telefone, pela internet e pelo aplicativo Meu Plano.

Ligue 0800 51 2596 (de fixo) ou 51 3027 1221 (de celular).

CEAPE-Sindicato adere à Fundação Família Previdência

adesao_ceapeMais uma entidade acaba de aderir ao Plano Família Previdência. Agora, a Fundação fechou com o Sindicato de Auditores Públicos Externos do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul – CEAPE, entidade com 200 auditores associados. O convênio de adesão foi aprovado no dia 04 de dezembro pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC.

“O ingresso do CEAPE-Sindicato é motivo de muito orgulho para a Fundação, pois atesta a credibilidade da nossa entidade como gestora de recursos junto a um público formado por auditores vinculados ao Tribunal de Contas do Estado”, afirma Rodrigo Sisnandes Pereira, Diretor Presidente da Fundação.

O presidente do CEAPE-Sindicato destacou que sua entidade está atenta a necessidade de oferecer aos associados alternativas diante dos cenários que se avizinham por conta da reforma da previdência. “Reputamos que o acesso a um plano de previdência fechada, sem fins lucrativos, com longo tempo de atuação no mercado, com uma carteira de beneficiários grande e auditado pelos nossos colegas, como é o caso do Plano Família Previdência Associativo, reúne características de segurança e boa opção de aplicação financeira”.

Nos dias 10 e 12 de dezembro, a equipe comercial da Fundação Família Previdência estará no CEAPE-Sindicato esclarecendo dúvidas e efetivando adesões ao plano. O plantão funcionará das 14h às 17h.

Aproveite o 13º para fazer um aporte no seu plano

banner_ir_2019_2

O ano está chegando ao fim e logo você receberá o 13º salário, uma oportunidade para fazer aportes no seu plano de previdência e ainda tornar a mordida do leão mais suave no ano que vem. Isso mesmo, além de ser um produto para investimentos de longo prazo, o plano pode ser utilizado para pagar menos imposto de renda durante o período de formação da poupança previdenciária.

Quem faz a declaração completa do Imposto de Renda pode deduzir até 12% de seus rendimentos anuais na base de cálculo do IR com as contribuições feitas para o plano. O imposto incidirá somente quando o a pessoa receber os valores na forma de benefício de aposentadoria ou no resgate do saldo acumulado.

Por exemplo, se as suas contribuições anuais ficam em torno de 8% a 10% da renda, você ainda pode investir entre 4% e 2% a mais no plano para chegar ao limite de dedução de 12%. Além de pagar menos imposto agora, você ainda guarda mais dinheiro que ficará rentabilizando até o resgate dos recursos e durante o recebimento de benefícios de aposentadoria.

Uma dica importante: faça esses aportes até o dia 23 de dezembro de 2019, pois as deduções vão valer somente sobre os valores investidos no ano anterior à declaração de ajuste.

Você terá mais recursos para usufruir no futuro e ainda abaterá um bom valor no cálculo do imposto devido no ano seguinte.

O ano de 2019 está muito positivo para os resultados financeiros da Fundação Família Previdência. A rentabilidade consolidada está na faixa dos 19%, no acumulado de janeiro a outubro. O patrimônio ultrapassou os R$ 7,3 bilhões e o número de participantes chegou a 17.800.

Se você é participante ativo dos planos CeeePrev, CRMPrev, SINPRORS Previdência, Senge Previdência, Família Previdência, CERANPrev e Foz do Chapecó Prev, aproveite este beneficio fiscal. Acesse a área de autoatendimento do seu plano no site ou use o aplicativo Meu Plano para fazer um aporte neste final de ano.

21º Seminário Econômico debate cenários macroeconômicos e políticos

Gustavo Franco, Paulo Hartung e Carlos Melo foram os participantes do evento promovido pela Fundação Família Previdência.

Os desafios para 2020 para o governo e para a iniciativa privada estiveram no centro dos debates do 21º Seminário Econômico promovido nesta quinta-feira (28/11) pela Fundação Família Previdência, no Centro de Eventos do BarraShoppingSul, em Porto Alegre. Com a presença de 400 pessoas, o evento teve como palestrantes o sócio-fundador e estrategista-chefe da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco, o consultor e ex-diretor do BNDES Paulo Hartung, e o doutor em Ciência Política Carlos Melo. A apresentação do evento e mediação dos debates foram conduzidas pela jornalista Zete Padilha.

rodrigo_sisnandesO Seminário foi aberto pelo presidente da Fundação da Família Previdência, Rodrigo Sisnandes Pereira, que destacou o propósito do seminário de contribuir para o entendimento dos cenários macroeconômicos e políticos do próximo ano. Em seu discurso, Sisnandes falou sobre os resultados positivos da Fundação, salientando a rentabilidade acumulada de 19%, o patrimônio que superou os R$ 7 bilhões e o ingresso de 2 mil novos participantes, batendo a meta estabelecida para o ano. O dirigente também anunciou as adesões de quatro novos instituidores como a ABRH-RS – Associação Brasileira de Recursos Humanos; o SINDHA, Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região; a Associação dos Jornais do Interior do RS – ADJORIRS e o CEAPE – Sindicato de Auditores Públicos do Tribunal de Contas do RS. “Essas entidades vislumbram que o futuro de seus associados dependerá de um planejamento financeiro com a formação de poupança de longo prazo”, disse.

luis_ricardo_2O presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar – ABRAPP, também participou do evento. Luis Ricardo Marcondes Martins falou sobre a dimensão e a importância do segmento como parceiro na solução de problemas macroeconômicos do país na condição de financiador de projetos de longo prazo. “O sistema fechado de previdência complementar gere R$ 980 bilhões, algo correspondente a 14% do PIB e é pouco. O Brasil só poupa mais que o Equador na América. Precisamos incrementar a poupança de longo prazo”, salientou. Martins também elogiou o protagonismo da Fundação Família Previdência na oferta de planos para os familiares.

Paulo Hartung afirmou que o Brasil deu um tropeço importante na crise internacional de 2008, cujos efeitos são sentidos até hoje. “O estouro da bolha imobiliária nos Estados Unidos provocou um movimento mundial de intervencionismo governamental, inclusive no Brasil. O problema foi que, diferente de outros países que saíram de cena assim que a economia se recuperou, o governo brasileiro manteve essa postura e trouxe de volta políticas equivocadas que resultaram na pior recessão econômica da história entre 2014 e 2016 e num alto custo da máquina pública, que nos trazem graves consequências até hoje.”

paulo_hartung_2O passado recente, com forte sofrimento social, que tem como resultado 12 milhões de desempregos e redução da renda do brasileiro, tem gerado um ambiente para mudanças no País, ressaltou Hartung. “A sociedade deu autorização ao Parlamento para fazer as reformas e retomar o caminho do crescimento. O juro baixo e inflação sob controle também favorecem o ambiente para levar adiante as reformas estruturantes e manter o compromisso. Não podemos perder essa oportunidade”, alertou.

Hartung ressaltou que o governo federal deve assumir mais o exercício de liderança na continuidade da agenda reformista no Congresso Nacional, dialogando com a sociedade para que perceba a importância desse caminho.

Carlos Melo afirmou que as rápidas transformações da sociedade com a revolução digital têm gerado no mundo inteiro comportamentos como a ruptura do diálogo, insegurança e populismo internacional.  É nesse cenário que o Brasil precisa encontrar um caminho para estabelecer uma pauta mínima importante que possa cumprir e fazer diferença para o País, considerando de forma muito prioritária a educação e diminuindo a chamada “resistência corporativa”, na qual as pessoas buscam privilégios.

carlos_meloEm relação ao governo federal, Melo entende que precisa fortalecer as suas relações com a Câmara dos Deputados e o Senado e assumir para si a pauta das reformas e capitalizá-las politicamente. Ele destacou que as reformas precisam ter continuidade no próximo ano, mas ressaltou a necessidade de uma liderança para que isso aconteça. Um dos grandes desafios do governo é ampliar a comunicação para que o povo entenda os benefícios das reformas e o que todos ganharão com as mudanças. “Para ter boa educação e saúde é preciso fazer reformas. Seria importante explicar para a população, por exemplo, os benefícios em unificar orçamentos da saúde e da educação e como a Reforma da Previdência vai ajudar a equilibrar o País”, sugeriu.

Ex-presidente do Banco Central e um dos protagonistas do Plano Real, Gustavo Franco afirmou que os governos não vão recuperar a capacidade de investimento de outrora. “Esse desafio passa a ser do setor privado. E a grande discussão que vai se estabelecer no País será como as empresas assumirão esse papel considerando suas implicações financeiras, fiscais e regulatórias”, afirmou. Franco comentou que as empresas privadas estão acostumadas a trabalhar com alavancagem pequena, inflação e juros elevados. gustavo_franco“O grande desafio é achar a equação financeira inteligente e viável para multiplicar de tamanho. No âmbito de políticas públicas, o estado tem que passar pela reforma tributária. É preciso uma nova legislação tributária para esse novo mundo.”

Franco salientou que o setor privado que contempla esse desafio gostaria de enxergar o ambiente de políticas públicas com mais clareza. “O ministro Paulo Guedes tem feito um bom trabalho, mas é preciso que o presidente da República mostre mais envolvimento com a pauta e, desta forma, transmita mais  segurança aos empresários brasileiros”, observou.

paulo_hartung_1

luis_ricardo_1

debates

plateia_2

publico

Fotos: Tânia Meinerz

Confira a íntegra das palestras na página do evento no facebook.

https://www.facebook.com/seminarioeconomico/