Rentabilidade consolidada chega a 6,59% com retornos positivos nos 12 planos previdenciários.
Apesar das turbulências na economia que prejudicaram o retorno dos investimentos ao longo de 2020, por conta da pandemia de Covid-19, a Fundação Família Previdência fechou o ano com rentabilidade consolidada de 6,59%, correspondendo a 236,20% do CDI no período, um excelente resultado, considerando o período marcado por incertezas, crises políticas e retração econômica provocadas pela crise sanitária.
No segmento de Renda Variável, composto por ações em Bolsa de Valores, a Fundação fechou o ano com retorno de 5,32%. Este segmento corresponde a 22% da carteira consolidada de investimentos da entidade. No segmento de Renda Fixa, no qual estão alocados 70% dos investimentos, o retorno foi de 7,08%.
Cada um dos 12 planos previdenciários administrados pela entidade possui carteiras próprias, com alocações de recursos diversificadas nestes e nos demais segmentos que compõem o pacote de investimentos da Fundação, como imobiliário, investimentos estruturados e empréstimos a participantes, estes três últimos com representatividade menor na composição das carteiras.
“Até outubro, estávamos com rentabilidades negativas em todos os planos. Em novembro, nos recuperamos e chegamos a níveis positivos ou próximos a zero. Em dezembro, os resultados consolidaram a recuperação, atingindo patamares de até 7% em alguns planos”, afirma Saul Fernando Pedron, Diretor Financeiro da Fundação.
O ano de 2020 foi difícil para todos os segmentos da economia. A crise provocada pela pandemia de Covid-19 abalou os mercados e fez com que a rentabilidade dos ativos financeiros oscilasse ao longo do ano, principalmente na Bolsa de Valores, que chegou a cair 45% no primeiro trimestre do ano, com seis circuit breakers, em duas semanas na B3. Os meses seguintes foram de altos e baixos, com recuperações pontuais e ligeiras quedas nos preços dos ativos que refletiram na rentabilidade dos investimentos.
O gráfico ao lado mostra como a rentabilidade oscilou ao longo do ano, o que exigiu dos gestores de investimentos uma atenção redobrada nas análises e tomadas de decisão para superar o momento conturbado da economia. Atualmente, 80% da carteira de investimentos da entidade é gerida internamente, garantindo menores custos e maiores retornos para os participantes. “Nossos planos visam o retorno no longo prazo, mas precisamos estar atentos às oscilações pontuais da economia para preservar ao máximo os ativos financeiros”, avalia Pedron.
Nos últimos 15 anos, a rentabilidade acumulada pela Fundação Família Previdência foi de 481,59%, enquanto o CDI, índice de referência para investimentos, foi de 316,58%. Além disso, historicamente, a Fundação obtém resultados muito superiores à Caderneta de Poupança, aplicação ainda muito popular no país, que no mesmo período rendeu 157,91%. “As pessoas estão percebendo que os planos de previdência privada são uma excelente oportunidade para investir no longo prazo e garantir uma poupança previdenciária para o futuro. Nos últimos três anos, ampliamos nossa carteira de clientes com o ingresso de seis organizações de diferentes segmentos da economia e mais de 2.800 participantes”, afirma Rodrigo Sisnandes Pereira, diretor Presidente da Fundação.
Perspectivas
A Fundação estabeleceu metas, desde 2018, para o ingresso de novos participantes que foram superadas nos dois primeiros anos. “Com a crise de 2020 tivemos uma redução no ritmo de novos ingressos, mesmo assim fechamos o ano com 862 novos participantes”, destaca Jeferson Luis Patta de Moura, Diretor de Previdência da entidade.
Há uma expectativa de retomada do ritmo de ingressos em 2021. A meta é de 2.500 novos participantes para o ano, considerando os diversos segmentos que hoje compõem a carteira de clientes da entidade como, por exemplo, as empresas associadas à ABRH-RS, instituidora do Plano Família Previdência, e demais entidades como o SEPRORGS, SINDHA, CEAPE Sindicato, ADJORI-RS e ARCOSUL que passaram a oferecer o plano da Fundação para seus associados nos últimos dois anos. Ao todo, a Fundação conta com 22 clientes institucionais.
Recentemente, a entidade ganhou a concorrência para assumir o plano previdenciário dos advogados do Rio de Janeiro, o RJ-PREV, administrado atualmente pela OABPREV-RJ. O plano conta com 5,8 mil participantes e patrimônio de R$ 73 milhões. Cerca de 96% dos participantes ainda estão na ativa.
Maior gestora do segmento no Rio Grande do Sul, com patrimônio superior a R$ 7,3 bilhões, a Fundação Família Previdência conta com 18.400 participantes. Atualmente, paga uma folha mensal de R$ 51,5 milhões, gerando uma movimentação anual de R$ 670 milhões em benefícios para seus 9 mil aposentados e pensionistas.
Demonstrativo de rendimentos 2020 disponível para consulta
/em Fundação CEEE /por vanessa nascimentoEstá disponível o Demonstrativo de Rendimentos 2020 para aposentados e pensionistas fazerem a Declaração do Imposto de Renda. O documento poderá ser acessado com a senha do AUTOATENDIMENTO e também no Aplicativo Meu Plano. Leia mais →
Expediente Fundação 01 e 02 de fevereiro
/em Fundação CEEE /por vanessa nascimentoNos próximos dias 01 e 02 de fevereiro (segunda e terça-feira) não haverá expediente. Motivo: Feriado de Nossa Senhora dos Navegantes. Nessas datas os participantes poderão utilizar os serviços de autoatendimento por telefone, pela internet e pelo aplicativo Meu Plano. Ligue 0800 510 2596 (de fixo) ou 51 3027 1221 (de celular).
O atendimento por telefone retorna a partir das 10h do dia 03 de fevereiro.
Comece o ano organizando suas finanças
/em Fundação CEEE /por Carlos SalamoniO encontro foi transmitido pelo Instagram e pelo Facebook do Plano Família Previdência. Acesse as mídias sociais para conferir o bate papo.
Ao longo do ano, novos convidados vão trazer muita informação para quem quer aprender a controlar seus recursos e investir de forma inteligente nas próximas edições do Papo Família.
Fundação publica Política de Investimentos 2021
/em Fundação CEEE /por Carlos SalamoniEstá disponível no site a nova edição da Política de Investimentos da Fundação Família Previdência para o período de 2021 a 2025. Este documento define as linhas gerais das aplicações dos recursos garantidores de benefícios dos planos administrados pela entidade.
E muitas informações que descrevem a gestão estratégica de investimentos adotada pela Fundação Família Previdência.
Acesse o documento clicando na imagem ao lado.
Em ano desafiador, Fundação supera crise gerada pela Covid-19 e obtém resultados expressivos em 2020
/em Fundação CEEE /por Carlos SalamoniRentabilidade consolidada chega a 6,59% com retornos positivos nos 12 planos previdenciários.
Apesar das turbulências na economia que prejudicaram o retorno dos investimentos ao longo de 2020, por conta da pandemia de Covid-19, a Fundação Família Previdência fechou o ano com rentabilidade consolidada de 6,59%, correspondendo a 236,20% do CDI no período, um excelente resultado, considerando o período marcado por incertezas, crises políticas e retração econômica provocadas pela crise sanitária.
No segmento de Renda Variável, composto por ações em Bolsa de Valores, a Fundação fechou o ano com retorno de 5,32%. Este segmento corresponde a 22% da carteira consolidada de investimentos da entidade. No segmento de Renda Fixa, no qual estão alocados 70% dos investimentos, o retorno foi de 7,08%.
Cada um dos 12 planos previdenciários administrados pela entidade possui carteiras próprias, com alocações de recursos diversificadas nestes e nos demais segmentos que compõem o pacote de investimentos da Fundação, como imobiliário, investimentos estruturados e empréstimos a participantes, estes três últimos com representatividade menor na composição das carteiras.
“Até outubro, estávamos com rentabilidades negativas em todos os planos. Em novembro, nos recuperamos e chegamos a níveis positivos ou próximos a zero. Em dezembro, os resultados consolidaram a recuperação, atingindo patamares de até 7% em alguns planos”, afirma Saul Fernando Pedron, Diretor Financeiro da Fundação.
O ano de 2020 foi difícil para todos os segmentos da economia. A crise provocada pela pandemia de Covid-19 abalou os mercados e fez com que a rentabilidade dos ativos financeiros oscilasse ao longo do ano, principalmente na Bolsa de Valores, que chegou a cair 45% no primeiro trimestre do ano, com seis circuit breakers, em duas semanas na B3. Os meses seguintes foram de altos e baixos, com recuperações pontuais e ligeiras quedas nos preços dos ativos que refletiram na rentabilidade dos investimentos.
Nos últimos 15 anos, a rentabilidade acumulada pela Fundação Família Previdência foi de 481,59%, enquanto o CDI, índice de referência para investimentos, foi de 316,58%. Além disso, historicamente, a Fundação obtém resultados muito superiores à Caderneta de Poupança, aplicação ainda muito popular no país, que no mesmo período rendeu 157,91%. “As pessoas estão percebendo que os planos de previdência privada são uma excelente oportunidade para investir no longo prazo e garantir uma poupança previdenciária para o futuro. Nos últimos três anos, ampliamos nossa carteira de clientes com o ingresso de seis organizações de diferentes segmentos da economia e mais de 2.800 participantes”, afirma Rodrigo Sisnandes Pereira, diretor Presidente da Fundação.
Perspectivas
A Fundação estabeleceu metas, desde 2018, para o ingresso de novos participantes que foram superadas nos dois primeiros anos. “Com a crise de 2020 tivemos uma redução no ritmo de novos ingressos, mesmo assim fechamos o ano com 862 novos participantes”, destaca Jeferson Luis Patta de Moura, Diretor de Previdência da entidade.
Há uma expectativa de retomada do ritmo de ingressos em 2021. A meta é de 2.500 novos participantes para o ano, considerando os diversos segmentos que hoje compõem a carteira de clientes da entidade como, por exemplo, as empresas associadas à ABRH-RS, instituidora do Plano Família Previdência, e demais entidades como o SEPRORGS, SINDHA, CEAPE Sindicato, ADJORI-RS e ARCOSUL que passaram a oferecer o plano da Fundação para seus associados nos últimos dois anos. Ao todo, a Fundação conta com 22 clientes institucionais.
Recentemente, a entidade ganhou a concorrência para assumir o plano previdenciário dos advogados do Rio de Janeiro, o RJ-PREV, administrado atualmente pela OABPREV-RJ. O plano conta com 5,8 mil participantes e patrimônio de R$ 73 milhões. Cerca de 96% dos participantes ainda estão na ativa.
Maior gestora do segmento no Rio Grande do Sul, com patrimônio superior a R$ 7,3 bilhões, a Fundação Família Previdência conta com 18.400 participantes. Atualmente, paga uma folha mensal de R$ 51,5 milhões, gerando uma movimentação anual de R$ 670 milhões em benefícios para seus 9 mil aposentados e pensionistas.
Fundação reajusta benefícios em janeiro
/em Fundação CEEE /por Carlos SalamoniConfira o reajuste nos benefícios dos planos previdenciários administrados pela Fundação Família Previdência aplicado a partir de janeiro de 2021. Em 2020, a variação positiva do INPC foi de 5,96%, enquanto o INPC pleno foi de 5,45%. Nos meses de abril e maio o índice inflacionário apresentou variação negativa de 0,23% e 0,25%, respectivamente. Os planos CeeePrev e Plano Único da CGTEE são reajustados conforme a variação positiva do INPC do ano anterior, enquanto os demais são reajustados pelo INPC pleno.
Os benefícios do Plano CeeePrev iniciados até dezembro/2019 foram reajustados em 5,96%. Os benefícios iniciados no período de janeiro a dezembro de 2020 tiveram reajuste proporcional conforme a tabela ao lado, considerando a Data de Início de Benefício (DIB) e a variação positiva do INPC.
Plano Único da CGTEE
Os benefícios deste plano iniciados até dezembro/2019 foram reajustados em 5,96%, conforme a variação positiva do INPC. Os benefícios iniciados no período de janeiro a dezembro de 2020 tiveram reajuste proporcional conforme a tabela acima, considerando a Data de Início de Benefício (DIB) e a variação positiva do INPC.
Piso mínimo
O piso mínimo de benefícios do Plano Único da CGTEE também foi reajustado em 5,96%, passando a ter o seguinte valor:
Os benefícios destes planos iniciados até dezembro/2019 foram reajustados em 5,45%. Os benefícios iniciados no período de janeiro a dezembro de 2020 tiveram reajuste proporcional conforme a tabela ao lado, considerando a Data de Início de Benefício (DIB) e a variação acumulada do INPC.
Pisos mínimos
Os pisos mínimos de benefícios do Plano Único da CEEE e Planos I e II da RGE também foram reajustados em 5,45%. Os novos valores são os seguintes:
CRMPrev
Os benefícios de de auxílio-doença do plano CRMPrev com data de início até dezembro de 2019 tiveram reajuste de 5,45%, conforme a variação acumulada do INPC de janeiro a dezembro de 2020. Os benefícios iniciados de janeiro a dezembro de 2020 tiveram reajuste proporcional conforme a Data de Início de Benefício (DIB) da tabela acima.
Unidades referenciais dos demais planos previdenciários
A Unidade Referencial corresponde ao valor do benefício mínimo pago pelo plano aos assistidos.
Conforme a variação acumulada do INPC de janeiro a dezembro de 2020, as Unidades Referenciais dos planos relacionados abaixo foram reajustadas em 5,45%, passando a ter os seguintes valores em 2021:
Unidades referenciais dos planos Família Previdência
Crise de 2020 inviabiliza distribuição do superávit do Plano I da RGE
/em Fundação CEEE /por Carlos SalamoniPlano continua superavitário, porém, sem recursos suficientes para promover redução das contribuições ou revisão dos valores dos benefícios.
Entretanto, nas avaliações realizadas em junho e setembro de 2020 foi constatado que a Reserva Especial apurada no ano anterior foi completamente extinta. Isso ocorreu, principalmente, por conta dos reflexos causados pela pandemia de COVID-19 nos investimentos da Fundação. A rentabilidade do plano oscilou muito ao longo do ano, gerando resultados negativos, principalmente no primeiro trimestre, recuperando-se gradativamente nos meses subsequentes. O Plano I da RGE continuou superavitário durante o ano de 2020, porém, sem recursos suficientes para promover uma revisão dos valores dos benefícios ou de redução das contribuições.
Mesmo que a Reserva Especial tenha sido extinta em um dado momento, pode ser que ela volte a ser observada em outro, podendo, inclusive, encerrar o exercício de 2020 reconstituída. O Plano I da RGE fechou 2020 com rentabilidade de 5,83%. Considerando a intensa volatilidade dos investimentos ao longo do ano, este resultado foi muito positivo. Com isso, em 2021, caso seja apurada uma nova Reserva Especial no encerramento de 2020, a Fundação fará novos estudos para avaliar a destinação do superávit ao longo do ano.
Lives Papo Família retornam abordando finanças pessoais
/em Fundação CEEE /por Carlos SalamoniA programação de lives sobre educação financeira e previdenciária está de volta em 2021 com novos convidados e muita informação para quem quer aprender a controlar seus recursos e investir de forma inteligente. O próximo Papo Família receberá o consultor financeiro e fundador da LW Educação Financeira, Cristiano Seibert. Ele é professor de finanças pessoais e investimentos na Escola Conquer e vai conversar com o presidente Rodrigo Sisnandes no próximo dia 21 de janeiro, a partir das 15h, dando dicas para as pessoas organizarem suas finanças para decolar em 2021, uma oportunidade para compreender o cenário econômico e projetar as receitas e despesas para o ano que está começando. O encontro será transmitido pelo Instagram e pelo Facebook do Plano Família Previdência. Acesse na hora:
instagram.com/familiaprevidencia
facebook.com/familiaprevidencia
PREVIC aprova alterações regulamentares nos planos da RGE
/em Fundação CEEE /por Carlos SalamoniA Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aprovou, nos dias 23 e 30 de dezembro, alterações regulamentares nos planos únicos da RGE e da RGE Sul. Os ajustes propostos não geram impactos em relação à elegibilidade, à forma de cálculo de benefícios e de contribuições, ao custeio e aos custos dos planos.
Os principais pontos alterados são os seguintes:
PLANO ÚNICO DA RGE
PLANO ÚNICO DA RGE SUL
PREVIC aprova alterações regulamentares no Plano Único da CEEE
/em Fundação CEEE /por Carlos SalamoniA Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aprovou, no dia 23 de dezembro, alterações regulamentares no Plano Único da CEEE. Os ajustes propostos não geram impactos em relação à elegibilidade, à forma de cálculo de benefícios e de contribuições, ao custeio e aos custos do plano.
Os principais pontos alterados são os seguintes:
Acesse o novo regulamento e a cartilha do Plano Único da CEEE, clicando nos banners abaixo.